11 setembro 2005

Abriu-se, rubra a flor


A flor
Abriu-se, rubra
e esplendorosa.

Quase do tamanho do pequeno vaso em que comprara a planta mãe e em que ainda se encontra.
Brilhou iluminando meus olhos. Dando cor à casa.

Como ontem uma lua-berço-dourada,
deitada face recostada
no nocturno mar
feito caminho
para os pés
se porem a navegar.

Naveguei e ainda
não sei onde chegarei,
mas o que importa
é partir!
Por os pés
na estrada
e seguir a vida.
E aqui lembro um amigo.

14 comentários:

Mitsou disse...

Linda a flor que tão belo poema inspirou. E a homenagem ao teu amigo.
Beijos, amiga e um bom domingo para ti.

(P.S. Já assinei a petição e divulguei por mail.)

Ana disse...

Linda a flor! Belas as palavras... o que importa é partir!
Beijito.

H. disse...

Por vezes é preciso partir para se chegar a algum lugar...

Bonito poema T_Mara*

JPD disse...

Belo.Belo!
Bjs

Espectro #999 disse...

     ω     Os teus amigos sentirão orgulho por o ser     ω     pois a tua última frase é bem sintomática do que eles possam sentir.     ω

     Ω  Beijocas e inté  Ω

A.J.Faria disse...

Tmara!
Dentro de nós está o mais belo que a vida contém. E quando extravasamos para o exterior todos estes sentimentos, o resultado é este poema lindo que partilhas connosco.
Um beijinho,
António

Anna^ disse...

Muito bonito!

bjokas ":o)

batista filho disse...

Belíssimo poema! Parabéns amiga, e à pessoa amiga que o despertou.

Dizzie disse...

Hummm...partir, si qunado el camino aun no termino, ...y apreciarlo enquanto se camina...

besitos :)

hfm disse...

Belo!

meialua disse...

Um bonito poema, por vezes é preciso partir...

para algures se encontrar...

Um beijo e uma boa semana*

sonia disse...

uma boa semana florida par ti também.
mas quanto a mudar o nome do meu blog... isso ainda vai demorar. é que eu escrevo essencialmente de noite, e em parte é daí que vem o nome.
beijinhos e boa semana

romero disse...

Las flores, además de su belleza estética, tienen un significado muy especial, como tu poema :) besos

Tão só, um pai disse...

É preciso partir, cortando a âncora, as amarras e deixarmo-nos ir, uma vez à deriva, outras navegando com rumo, sempre em liberdade, ou procurando-a.