26 dezembro 2006

assim passámos a noite de 24 de Dezembro de 2006...


...em família.
Rreforçando laços e cumplicidades, em permutas de olhares e carinho, conversas e lembranças sem grande valor monetáro, mas escolhidas com amor.
Minhas filhas e neta; meu irmão e cunhada e seu cão; minha sobrinha e marido.
Convosco partilho imagens e sorrisos dessa noite com a mágoa de que não seja assim em todo o mundo - ia dizer: lares, mas tantos milhões que o não têm....
Venha um dia em que seja sempre Natal=partilha=amor fraterno, porque toda a humanidade assim o quer.
Assim seja.
Oxalá.



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21 dezembro 2006

para vós. Como eu, caminhantes


NOTA - ao fazer a montagem (1ª) perderam-se as palavras: «OU, BONS FERIADOS», destinadas estas, como é óbvio, a todas/os os que não festejam o Natal seja qual for a razão. E há muitas.








16 dezembro 2006

Brincando

Há dias enviei a muitas e muitos de vós uma brincadeira/desafio.: «Descreve-me com uma só palavra".

, partilho com todas/os a palavra enviada por cada um/a dos que respondeu.
A ordem é aleatória e as maiusculas ou minúsculas têm a ver com a forma como a palavra me chegou.
Como poderá constatar quem se der ao trabalho de ler e, se o quiser fazer, dizer de sua justiça, só quem tem pensamentos positivos a meu respeito respondeu.
O que não significa que outras e outros que o não fizeram os não tenham também. só que quem tem menos positividade ou simpatia pela minha pessoa se eximiu.
É pena. Fica uma imagem (virtual) pela metade já que todos temos o bom e o mau.

· Ternurenta

· " FADA"

· SONHO !

· Sedutora

· Aconchego

· BELEZA

· MAGANA

· Generosa

· Mulher

· Forte

· Inspiradora

· Desembrulhada!

· "Serena"...

· PLURAL.

· Solidária.

· DOÇURA

· Atenciosa.

Ora digam lá se foram ou não generosas/os?


01 dezembro 2006

a propósito de árvores

as arvores são seres vivos que ignoramos, como se o mesmo sopro vital que nos anima delas andasse afastado - o que afinal não é de estranhar se aos outros animais, por vezes e não poucas, aos da nossa própria espécie - fazemos o mesmo.

Li, há mais de 20 anos, algumas informações sobre um estudo com plantas várias e árvores, levado a cabo por cientistas japoneses.

Aparelhos gravaram a "fala" das
árvores, seus murmúrios diferentes em situações que os cientstas desencadeavam. Com algumas "hipóteses" sobre uma forma de comunicação que as plantas tinham entre si, resolveram fazer um teste num bosque adstrito ao projecto de pesquisa.

Um dos cientistas entrou no bosque com um machado, chegou ao pé de uma árvore e agrediu-a, cortando-lhe um ramo.
O som ciciado e sereno que percorria o bosque - e só
através dos aparelhos era recolhido a transformado até ser audível pelos humanos ouvidos - tornou-se num grito, grito esse que, de seguida, todo o bosque repetiu.
Confrmada a suspeita, formulada como hipótese, ficaram, ainda assim, atónitos e resolveram deixar passar uns meses sem que esse cientista lá voltasse a entrar, porque um dos dados iniciais era que os sons se alteravam quando algum lá entrava,
antes da agressão, varaiando os sons de pessoa para pessoa.

Meses passados o cietista voltou. Sem machado.
Mal adentrou o bosque
TODO ELE VOLTOU A GRITAR O GRITO DESENCADEADO PELA AGRESSÃO, COMO UM ALERTA.

Importe-vos ou não, panteísta me confesso, no respeito e amor(não
adoração) que nutro por todas as formas de vida, planeta Terra/GAIA incluído, e mais nenhuma religião professo.

Deixo-vos imagens de uma árvore magnífica e espantosamente bela que me transmite uma paz imensa e nunca deixa de me maravilhar.









26 novembro 2006

memórias e dizeres


lembro-me de, ainda em criança, ouvir dizer de alguém com vontade determinada e indomável:
«Tem uma vontade de ferro!»

depois, não sei quando, sem nos apercebermos, passou a dizer-se: «(...)vontade de AÇO»!

Deve ter sido quando nos parecebemos que o ferro enferruja...




21 novembro 2006

portuguêsmente falando....ou??'''


Gosto muito da língua portuguesa.
E gosto de a entender, de a utilizar da forma mais correcta possível - seja falada, seja escrita - e de a ver bem tratada. Ou seja: bem usada.
Por isso achei "interessante" esta frase que retirei do Jornal de Notícias*:
«Era um apelo para os competentes não se meterem de parte da vida política (...) porque quando isso acontece restam os menos capazes»

Aníbal Cavaco Silva, presidente da República (p:6)

Para os mais competentes fazerem o quê???????
E a delícia da conclusão.
O Sr. de La Palisse deve roer-se de inveja.
Primeiro tivemos o Almirante Américo Tomás que fazia uns discursos - pescadinha de rabo na boca - que poderiam, ainda hoje. ser utilizados como anacronismos ou piadas pelos humoristas deste país.
Agora o Sr. Professor Doutor, emérito Presidente do nosso país sai-se com pérolas destas....
Não há dúvidas de que são pérolas elaboradas pelas trabalhadeiras ostras em águas muito poluídas.

Pela vossa saúde, riam-se.

Nota bene - o * refere-se à falta de data do jornal.
Como rabisco e escrevo em guardanapos de café (no caso presente assim foi), ou o papel possível e que estiver á mão, por vezes perco parte desses papéis que navegam os meus bolsos.
Do facto peço desculpas. Da falta de precisão no tocante à data.

04 novembro 2006

continuemos com os livros

desta vez deixo um convite:
no próximo dia 12, pelas 17H00, na FNAC do Chiado, decorrerá a apresentação do novo livro de João Firmino - "Mas eu Construí", em edição da Papiro Editora - que muitas e muitos conhecerão do "Círculo de Poesia" e dos encontros em Santarém.

A apresentação estará a cargo de Ofélia Bomba, Jorge Castro ( ORCA , nosso amigo bem conhecido
deste virtual espaço e organizador dos encontros em Santarém, acima referidos) e José Fanha.
Vá lá, toca a agendar.
Talvez nos encontremos lá...com música e palavras.

Clica para aumentar.

29 outubro 2006

livro imperdível

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O livro k hoje vos apresento é uma obra imperdível que nos traz as mulheres reais, na era dos descobrimentos.
Seu papel e influência, nomeadamete no período da descoberta da rota da Ìndia, tempo de Vasco da Gama (1466-1524) por ser o período áureo da expansão marítima.
O livro resulta da dissertação de Mestrado defendida por Fina D' Armada, "em «Estudos sobre as Mulheres» na Universidade Aberta, Lisboa, 2003".

Dissertação que vem completar a visão da história portuguesa nesse período e ajudar-nos a compreender o que é ser portuguesa hoje e aqui, escrita de uma forma tão acessível aos cientistas da matéria como ás gentes curiosas e ávidas de saber um pouco mais.

Tem ainda o mérito de alertar os historiadores (homens ou mulheres) para um erro que têm cometido ao longo dos séculos: fazer/ESCREVER a "HISTÓRIA" como se as muheres nela não tivessem existência nem impacto.

Lê e vais deliciar-te.

27 outubro 2006

ás vezes

porque parar de escrever é ir ao encontro da morte.
Sei-a anunciada.
Creio que a não temo - mas só na hora exacta o saberei - mas pode ficar quieta no seu canto porque tenho muita coisa para fazer e muita gente para conhecer e amar.
Para já, a todas e todos que, indiferentes à minha ausência me continuam brindando com atenção e carinho, deixo um beijo e votos de óptimo f.s.

25 outubro 2006

A Tàvola Redonda

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em pleno funcionamento.
Faltam dois elementos que andavam demandando o "seu" graal.

18 outubro 2006

Redecoração da casa

Para que possam apreciar a...redecoração em curso aqui vos deixo algumas imagens pois novos paradigmas de decoração são sempre benvindos e...úteis.
Tenham um muito bom dia.





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15 outubro 2006

ontem



esqueci-me de mim
o que, não sendo inédito,
foi de tal forma
intenso
que foi como
se o ontem não
exisitisse
nem eu nele.

Pela madrugada
vim desligar
os telefones e o
computa
dor,
que consigo e com
a Worl CommunityGrid
computava.


descobri que
me ausentara.
esquecera ligar
os telefones..
ligar.
ligar-me.

MAS a Tai já vai para casa
e essa foi a melhor ligação
à VIDA.
Por isso estou grata.

13 outubro 2006

maior a necessidade, maior o apelo

P.f. juntem o vosso pensamento, a vossa energia, o vosso humano amor, á minha e de muitas outras pessoas.
Uma arde em intenção da recuperação e cura da Tai e a outra por T, sua R e seu T. que vivem momentos muito conturbados, difíceis e dolorosos.



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10 outubro 2006

a chama,

a força e a luz da VIDA, sempre a iluminar, por T.
Para T.
Pensemos com carinho nos que sofrem e enviemos a nossa força interior para a recuperação.
Basta pensar com amor.
A energia que nos constitue flui até onde é mais necessária.
A vós, caminhantes que por aqui passais, deixo este apelo.
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07 outubro 2006

privilégio

Quem não morre cedo
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chega a velha/o!
Já paraste para pensar na sorte ou no privilégio?

03 outubro 2006

e porque cada ser humano

é de facto um microcosmos, não deixem de aceder a este link e ver a ESTRANHA, ou talvez não, semelhança entre os nossos neurónios e a distribuíção de galáxias .


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30 setembro 2006

Novo livro


Ontem, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de S. Mamede de Infesta, foi apresentado o 2º livro do meu amigo de sempre, António Durval.

O livro reune crónicas publicadas no Jornal MATOSINHOS HOJE e o título é bem o retrato deste homem, deste amigo: Quem se interroga está vivo! - da Terra, do Espaço e do maravilhoso desconhecido.

A apresentação esteve a cargo do Prof. Doutor Joaquim Fernandes da Universidade Fernando Pessoa.

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Vão até às livrariaS e procurem-no.
Vão ver que vai valer a pena.
Ah, a editora é uma jovem e dinâmica editora sediada em Matosinhos: edium editors.

BOAS LEITURAS!

25 setembro 2006

domésticas aventuras

Este belo gatarrão é o Baltazar.
Vivia com minha filha que iniciou esta semana o mestrado em Ingaterra, vive agora comigo e mais cinco companheiros felinos de ambos os sexos.
Como o Rei Mago é sábio.
Por vezes ouvia estranhos sons até que decifrei o mistério....
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O Baltazar é vegetariano (ou... quase)!
Esta planta comprei-a hoje e pu-la na sala.
Todas as plantas que lá coloco, inclusivé flores em jarra, têm o mesmo fim.
Servem -lhe de pasto.
Sépalas e pétalas.
Vamos ver se esta também é de seu agrado ou resiste às investidas.
Em poucos dias, nos vasos, ficam só uns toquinhos que antes foram sustentáculo de belas, viçosas e pujantes folhas.
Sei que nenhum de nós irá desistir.
Eu, de lá colocar plantas.
Ele, de as...pastar.
Metodicamente como um bicho de seda.
Com ar tranquilo.



Post scriptum - têm a sua própria seara, mas estas sabem-lhe sempre melhor.
É um pouco como os rinocerontes que não podem ver fogo.
Correm e apagam-no com suas delicadas patas.
Ele,Baltazar, vendo verdes, não resiste e pasta até ao fim.