22 julho 2005

A verdade às vezes doi

A verdade às vezes dói

v_pic9.jpg

«Tempos houve em que os demónios falavam, e o mundo os ouvia; mas depois que ouvia os políticos ainda é pior o mundo.»

Padre António Vieira
Sermão de Sexagéssima

12 comentários:

Ana disse...

Por muito que a verdade doa, é sempre preferível à mentira ou à dúvida.
Um beijo.

Vera Cymbron disse...

Obrigada minha querida! Desculpa a falta de tempo que tenho para te visitar...hoje madruguei e parece que vou por alguns assuntos em dia!
Jinhos grandes e mais uma vez obrigada pelas palavras tão bonitas...apenas digo que o Sentidos é bonito porque há pessoas como tu que o lê.

Nilson Barcelli disse...

Infelizmente o sermão é perfeitamente actual...
Beijinhos

ferrus disse...

Como se poderia ouvir esse sermão numa igreja qualquer neste presente onde nos encontramos...Nada mudou com o passar dos tempos, infelizmente! Bjitos!!!

Manoel Carlos disse...

Na condição de grande político, o grande orador devia saber a que se referia.
Temo as generalizações.

Menina_marota disse...

Infelizmente a fé nos políticos cada vez se assemelha ao medo que se tem dos demónios... nunca se sabe, quando eles nos vão assombrar...

Um abraço terno e bom fim de semana:)

Daniel Aladiah disse...

Querida TMara
Os sers humanos mudaram muito pouco ao longo dos milénios, têm é mais tecnologia.
Um beijo
Daniel

Raquel V. disse...

:(
Horrenda e terrível verdade...
beijo...

Mendes Ferreira disse...

olá...hum....beijos....!

BlueShell disse...

Ora....aí é qie está...
Jinho, BShell

Raquel V. disse...

PS:
muito melhor... obrigada...

Um belíssimo fim de semana :)
Beijo

Raimundo Narciso disse...

É a primeira visita. Voltarei, é claro. Ler o Pde António Vieira é uma benção. Pelo conteúdo e pela beleza da escrita. Espero que todos tenham presente que os políticos não são marcianos. São apenas e simplesmente homens e mulheres. Gente como nós. Como em todas as actividades. Piores que os diabos, é certo, mas isso é da nossa condição. De humanos. De políticos.
Vou pôr um link.