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12 março 2008

Surgiu um novo blogue a 6 mãos

Um blog a seis mãos, onde as estórias se escrevem, capítulo a capítulo, por cada um dos três autores.

Nele encontrarão a prosa límpida, escorreita e criativa de minha filhot'Ana, do Marco do Bitaites. e da mil sorrisos.

Estou agora a tomar contacto com os parceiros desta aventura de minha filha e os atributos da escrita são os mesmos. Qualidade linguística e criativa.

«a única regra entre os autores é que nenhum pode escrever dois post seguidos. tem de haver sempre outro a acrescentar algo novo à narrativa, antes de um de nós lhe dar continuidade. a história é inesperada para todos :) »

E quem vai e lê pode deixar sugestões para os próximos capítulos.

Totalmente interactivo.

Vão até lá.

Deliciem-se.


O blog, de seu nome Uma História Inesperada, assume-se, ou define-se como: um blog que é um caderno. três autores. uma história escrita ao sabor da inspiração de cada um. muitas surpresas.

08 janeiro 2008

no desmanchar da...tenda Natalícia...

e é como digo acima.
No desmanchar da caseira "tenda Natalícia" fotografei alguns Anjos e alguns Pais Natal
que dedico, os primeiros à minha querida e doce amiga Maria Mamede, porque ambas gostamos e acreditamos que os Anjos existem e estão por todo o lado
e os Pais Natal á "crida" Titas que tem por eles uma paixão assolapada como sabe quem costuma visitar-lhe as casotas.
Prefiro a "ritual fórmula" da infância de ser o menino Jesus quem nos põe os presentes no sapatinho. Apesar de não católica, não religiosa, no sentido de seguir ou aconselhar - respeito-as - qualquer religião, mas para quem nunca o leu reafirmo a minha intensa admiração pela figura de Jesus, que considero o paradigma para o qual a humanidade deve e NECESSITA caminhar.
Compreendo que a recente figura do Pai Natal - dizia a minhas filhas que era como que o avô de todas as crianças do mundo - pode ser personificado e assim alimentar o encantamento e a magia nos seus espíritos.
Em nossa casa eramos sempre visitados pela Mãe Natal que se justificava pela necessidade de ajudar o marido dado o mundo ter muitas, muitas crinaças e ele, Pai Natal já ser um velhinho que bem agradado ficava com esta ajuda.
Durante anos minha filha mais nova acreditava que a Mãe Natal nos visitara e era delicioso ouvi-la narrar-me, com os olhos brilhantes, faíscando estrelas de encantamento e fascínio, o que eu perdera.
Tudo o que Mãe Natal dissera e fizera no espaço da minha ausência e o que eu havia perdido.
Claro que um dia houve em que percebeu, mas continuou a alinhar porque todos necesstimaos acreditar na magia da vida.
Por tudo isto e por tudo o vos lembrardes, para vós, amigas, imagens que permanecem latentes no imaginário de todos nós à espera do período do ano em que as podemos libertar e com elas nos encantarmos e reviver a magia das nossas infâncias e alimentarmos a criança que existe em cada adulto.
Que vos acompanhem todo o ano.
Os Anjos;))

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Sobre o post anterior em que utilizo uma frase de Teixeira de pascoaes lembrou-me o amigo Francisco Sobreira que seria bom referir quem é, ou foi, pois pessoas haverá que o desconhecem. Nada mais acertado, mas na altura pensei que bastaria, a qume quisesse saber algo deste escritor português colocar o seu nome nu motor de busca e...zás.


Aqui fica no entanto o básico, pois sei que afinal todos temos limites temporais e actividades várias ao longo do dia que muitas vezes nos não deixam avançar em campos que gostaríamos.



«Teixeira de Pascoaes

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisaTeixeira de Pascoaes, pseudónimo literário de Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos, (Amarante, 2 de Novembro de 1877, 17h00 – 14 de Dezembro de 1952), foi um escritor português, poeta principalmente e um dos mais notáveis representantes do saudosismo. Em 1901 licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, mas apenas exerceu durante cerca de dez anos.Com António Sérgio e Raul Proença foi um dos líderes do chamado movimento da “Renascença Portuguesa” e lançou em 1910 no Porto, juntamente com Leonardo Coimbra e Jaime Cortesão, a revista “A Águia”, principal órgão do movimento. Grande parte da sua vida foi passada no solar da sua família na Serra do Marão, onde cultivava a terra e escreveu muita da sua poesia contemplando a paisagem.»

12 julho 2007

ficcional - qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência...


Trago novas e penso que, como eu, as acharão boas.

Depois de ler o saberão.

É um outro blog.



"ficcional
qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência...



001
os corpos caminham descalços no areal. perto do mar refresca-se. o ar desacelera-nos. quente. sabe a sal. e o vento rodeia-nos num abraço. pura alegria de nos reencontrar na praia. há inocência na brisa. a respiração serena. os corpos descontraem. e o olhar descansa. por dentro. repousa no horizonte. no instante. há silêncio na rebentação das ondas, no vento a enrolar-se no cabelo, no riso das crianças, nas conversas ao longe. o silêncio desacelera-nos. por dentro. sereno. sabe a paz. e a luz rodeia-nos num abraço. pura alegria de nos sentir vivos. há inocência. no silêncio. o riso diz tudo.

os corpos caminham despertos pelas ruas. há cor em toda a parte. pinceladas de arco-íris. o ar sussurra-nos carícias. sem pressa. e o vento saúda-nos por entre a multidão. pura alegria de nos reconhecer na cidade. há inocência nos corações. a respiração desacelera. os corpos passeiam. e o olhar encanta-se. por dentro. redescobre a vida. no instante. há paz no ritmo do trânsito, no burburinho, no toque veloz dos corpos em movimento. a vida desacelera-nos. suavemente. e a luz rodeia-nos num abraço. pura alegria de nos acordar. há paz. o respirar diz tudo. existimos. simplesmente."
Texto: anaeugénio