
Tenho, como creio o país quase em peso, acompanhado, as notícias sobre o desaparecimento da criança de nacionalidade inglesa, Maddie (como a família a tratava).
Desde sempre uma angústia a apertar o coração, E, no peito, uma dor.
Por ela e por todas as outras crianças que desaparecem vítimas de vários tipos de violências.
Sempre também, o cérebro - que é um órgão estranho e consegue fazer-pensar-elaborar sobre “n” coisas em simultâneo sem que para tal tenhamos que nos esforçar - a comparar toda a actuação das polícias neste caso com o caso Joana, ainda tão recente.
Por respeito pela criança Maddie, e pela P.J tenho evitado escrever sobre o tema e, também, porque o que sei é pouco, ou nada, espremendo bem.
No entanto, das leituras policiais, desde criança, dos filmes e das séries policiais, sempre vi que TODAS as pistas devem ser filtradas e que desde o início se deve trabalhar numa linha de eliminação dos possíveis suspeitos mais próximos: no caso vertente, pais e amigos com acesso ao apartamento e à Maddie, para se poder focar a atenção noutras hipóteses.
Desde sempre uma angústia a apertar o coração, E, no peito, uma dor.
Por ela e por todas as outras crianças que desaparecem vítimas de vários tipos de violências.
Sempre também, o cérebro - que é um órgão estranho e consegue fazer-pensar-elaborar sobre “n” coisas em simultâneo sem que para tal tenhamos que nos esforçar - a comparar toda a actuação das polícias neste caso com o caso Joana, ainda tão recente.
Por respeito pela criança Maddie, e pela P.J tenho evitado escrever sobre o tema e, também, porque o que sei é pouco, ou nada, espremendo bem.
No entanto, das leituras policiais, desde criança, dos filmes e das séries policiais, sempre vi que TODAS as pistas devem ser filtradas e que desde o início se deve trabalhar numa linha de eliminação dos possíveis suspeitos mais próximos: no caso vertente, pais e amigos com acesso ao apartamento e à Maddie, para se poder focar a atenção noutras hipóteses.
Proceder por eliminatórias das possíveis hipóteses e ter sempre presente que TODAS são... hipóteses até que sejam comprovadas pelo conjunto de elementos recolhidos.
Ao que sabemos não aconteceu assim neste caso, dando-se de barato a inocência dos referidos elementos – familiares e amigos – e digo, ao que se sabe, pois admito que o que sabemos não corresponda ao que a polícia sabe, nem à forma como decide, para bem da investigação, tratá-los de uma determinada forma e não de outra.
Dando-lhes ou não visibilidade pública, mesmo que só no campo das hipóteses.
Ao que sabemos não aconteceu assim neste caso, dando-se de barato a inocência dos referidos elementos – familiares e amigos – e digo, ao que se sabe, pois admito que o que sabemos não corresponda ao que a polícia sabe, nem à forma como decide, para bem da investigação, tratá-los de uma determinada forma e não de outra.
Dando-lhes ou não visibilidade pública, mesmo que só no campo das hipóteses.
A eliminação sistemática de hipóteses permite focar a atenção noutras, com maior eficácia. Assim me parece que as investigações progridem.
Mas o que me incomoda é a forma diferenciada como o caso Maddie e Joana foram tratados.
Portanto uns continuam a ser gente, pessoas…. Outros (Joana e família)…
qualquer…coisa. ....
Quem quiser que encontre um nome apropriado. Não o faço para não ficar nauseada.
E se a polícia inglesa tem estes cães, um especialista em detectar vestígios de sangue muito tempo após, muitas lavagens depois e um outro (outros?) que detectam o odor de cadáveres; se há uma tão boa articulação entre a nossa P.J e a polícia britânica porque não foi, no caso de Joana, pedida a cedência dos ditos caninos?
Ou, porque não ofereceu a própria polícia britânica os animais?
Ou, caso tenham sido pedidos e não cedidos, porque nunca tal foi referido?
Ou será que a nossa polícia desconhecia a existência dos ditos especialistas caninos?
Em memória da Joana e face ao folclore mediático criado em volta do desaparecimento da Maddie, com tão importantes - porquê importantes? - pessoas - desde quando uma vida humana, para mais vida de criança, vale mais do que outra?
E AINDA – se os cães podem rastrear odores, tanto tempo após, porque não foram aproveitados para tentar rastrear odores residuais no caso Joana quando cá estiveram?
A mãe e o tio foram considerados culpados, mas a Joana continua desaparecida, nem sabemos se morta ou viva. O seu corpo não apreceu. Écerto que o tribunal deu o homicídio como provado, mas.....
Não mereceria ela melhor atenção e preocupação?
Merecia e…merece.
Uma vida é, sempre, igual a outra vida, no seu valor absoluto. O único que é real.
Quando entender esta lógica da “importância saberei que estou mental e espiritualmente doente.
Quando entender esta lógica da “importância saberei que estou mental e espiritualmente doente.
P.S - quero colocar imagens de ambas as crianças mas não encontro a de Joana em parte alguma.
Aceito, pela lógica, que não conste do ficheiro da P.J de pessoas desaparecidas, pois se a polícia concluíu pelo seu homicídio e o tribunal julgou precedente condenando mãe e tio, descabido seria.
Já no caso do site Porto XXI - ESPERANÇA, não sendo um site oficial poderia, e, em minha opinião deveria manter em aberto o retrato de Joana, porque, morta ou viva, continua desaparecida - o seu corpo, ou ela.