28 junho 2006

Burrice sem limites. A minha.

Pois é como vos digo.
Que a ignorãncia era/é muita, já sabia.
Impossível não o saber. Entra-me pelos olhos dentro.
Descobri agora que afinal a "burrice" também é um dos meus atributos.
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Devem estar surpresos com este rasgar o peito e asim me expor, bem como curiosos sobre a evidência ou evidências que a tal constatação (sempre dolorosa- ninguém gosta de ser "burro") me levaram.
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Passo a explicar-me.
Para tal vejamos primeiro algumas fotos:
É isso mesmo.
Não há engano.
A s fotos são do muro que Israel tem vindo a constuir separando o que dizem ser território palestiniano de israelita.

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E é bom não esquecer que são muros dentro de muros, com corredores internos fortemente patrulhados.
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Qual é a novidade interrogam-se por certo, ou...talvez!
A novidadeé que finalmente (hellas) percebi o futurismo da acção.
O futuro da humanidade não passa cada vez mais por condomínios fechados?
Pois então?
Aqui temos o maior condomínio fechado.
Não é isolacionismo, segregação, abuso de poder armado, desrespeito...
Ná, nada disso
É o futuro.
Condomínios fechados, de luxo (já sabem como este conceito é variável) com segurança para todos.
Ai, a burrice é coisa muito triste....

























14 comentários:

Mendes Ferreira disse...

pois é querida T.....este é o futuro que nos sobra....!





e a mim sobra-me a saudade de te dar um abraço.

Teresa David disse...

Boa reflecção sim senhora. concordo. Cada vez mais as pessoas se fecham ou escondem atrás de muros, e não só. Também aqui a net quando mal usada, que não é o nosso caso, pode ser mais um muro para a falta de comunicação olhos nos olhos que tanto aprecio.
Beijos
Teresa David

Francisco Sobreira disse...

Cara Amiga: Concordo que cada vez mais, até em capitais pequenas, como esta onde vivo, estamos vivendo presos, isolados. Mas me permita discordar do caso em ISRAEL. Ali, no meu entender, é muito mais uma questão política, ideológica, religiosa. Um beijo afetuoso.

tb disse...

Ai meu querido Sobreira que não atingiu que a nossa amiga está sarcasticamente falando...
Muito bom minha querida, adorei o sarcasmo. Quando recebi essas fotos também disse exactamente isso. O mundo e as suas convulsões, são tais que só temos que lhes dar um toque de sarcarmo caso contrário asfixiamos de tanta dor...
Beijos docinhos

Barão da Tróia II disse...

Acho que aquilo por lá só tem solução, se implodirem, uns e outros.

O Micróbio II disse...

Também os temos no meio da nossa sociedade... só que se fala dos mais visíveis!

O Chaparro disse...

grande verddade

Visi disse...

Ès sensivel.Goato disso, e gostei EMENSO de passar por aqui!!

Guilherme F disse...

O caminho para a Cura passa (sempre) por admitir a doença. Infelizmente,nem todos têm coragem para isso.
Foi bom passar.
Bjs

Nilson Barcelli disse...

Gostei da TMara irónica e mordaz.
Claro que não és burra.

E claro que os Israelitas estão a exorbitar.
Mas claro que os palestinianos também não são flor que se cheire.

De qualquer modo um muro é sempre uma vergonha.

Beijinhos e bom fim-de-semana.

[ CJT ] disse...

[spam descarado]

boas!
novo sítio em http://humana.wordpress.com/

abraços,
ct

Caucau disse...

Olá professora! É com prazer que visito as suas "casotas" e desta vez não posso deixar de postar! Afinal a segregação é uma espécie de protecção e ando eu a trabalhar no sentido de desproteger as pessoas!!
Beijo do tamanho do sol,
Cláudia

Foxylady disse...

Realmente... Piora de dia para dia este mundo..

animadverto disse...

Somos seres errantes, decididos pela certeza de que o nosso espaço é o tudo das nossas acções. Remetidos a significados incertos, o tudo que é nós passa a ser demasiado grande para sobrevivermos. Tornamo-nos animais domésticos, rodeados de betão, dando asas ao inconsciente que nos salva com as pulsões de que estamos a conquistar o espaço, a fantasia de outros. Essa fantasia sobrevalorizada dá lugar à maior “neurose da humanidade” e que por vezes o espelho disso são imagens disformes que criam o caos, dando lugar a guerras, fronteiras…a civilizações (cujo um dos significados é “domesticar”).