10 setembro 2012
01 junho 2012
Regime de faltas dos “funcionários públicos” com assento no Parlamento, pagos com o nosso suado dinheiro, e definido pelos interessados .
«Diário da
República, 1.ª série — N.º 60 — 26 de Março de 2009 1897
Resolução da Assembleia da República n.º 21/2009
Aprova o regime de presenças e
faltas ao Plenário. A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do
artigo 166.º da Constituição, o seguinte:
1 — As presenças nas reuniões plenárias são verificadas a partir do registo de início de sessão
efectuado pessoalmente por cada Deputado, no respectivo computador no
hemiciclo.
2 — Os serviços registam
oficiosamente na base de dados que faz a gestão das presenças, a partir dos
elementos de informação na sua posse, os Deputados que, por se encontrarem em
missão parlamentar, não comparecerem à reunião.
3 — Aos Deputados que não se registem durante a reunião ou não se encontrem
em missão parlamentar é marcada falta.
4 — Os procedimentos referidos nos números anteriores reportam -se a cada
reunião, podendo esta repartir -se por vários períodos num só dia.
5 — Para efeitos
da eventual aplicação de sanções, apenas releva uma falta em cada dia,
prevalecendo a referente às reuniões
plenárias, no dia em que estas tenham lugar.
6 — Os Deputados têm o direito de
apresentar justificação para as faltas, nos termos estabelecidos no respectivo
Estatuto e no Regimento, observando as respectivas exigências de fundamentação.
7 — A
palavra do Deputado faz fé, não carecendo por
isso de comprovativos adicionais. Quando for invocado o motivo de doença,
poderá, porém, ser exigido atestado médico caso a situação se prolongue por
mais de uma semana.
(….)»
Nota pessoal : Regime de faltas dos “funcionários públicos” com assento no Parlamento, pagos com o
nosso suado dinheiro, e definido pelos interessados .
Negrito e afins de minha autoria
22 maio 2012
Manguito
Hoje, no noticiário da SIC notícias, da boca e do rosto sorridente, feliz e desanuviado do 1º ministro Passos Coelho, ouvi:
«...espero que os portugueses se sintam confortados com essas observações...»
Imediatamente me vieram à ideia as múltiplas faces da violência doméstica e as palavras de "(falsas) tréguas" dos agressores.
Senhor 1º ministro,...... confortados?
Olhe, vá gozar com outros!
15 maio 2012
dar a mão à palmatória
Tenho de dar a mão à palmatória!
O nosso 1º tem razão:
- o desemprego é criador de novas oportunidades, de mudanças de vida...E COMO A NECESSIDADE É A MÃE DO ENGENHO 20 e muitos cidadãos com as casas hipotecadas aos bancos, sem poderem continuar a pagá-las, arranjaram documentos comprovativos de nada deverem, de as casas não terem hipotecas, e venderam-nas a outros particulares.... CRIATIVIDADE, ENGENHO E...MUDANÇA DE VIDA...na cadeia!
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O nosso 1º tem razão:
- o desemprego é criador de novas oportunidades, de mudanças de vida...E COMO A NECESSIDADE É A MÃE DO ENGENHO 20 e muitos cidadãos com as casas hipotecadas aos bancos, sem poderem continuar a pagá-las, arranjaram documentos comprovativos de nada deverem, de as casas não terem hipotecas, e venderam-nas a outros particulares.... CRIATIVIDADE, ENGENHO E...MUDANÇA DE VIDA...na cadeia!
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09 março 2012
03 fevereiro 2012
intemporais lições politicas -. como nos lixarem
Do séc. XVII ao XXI - de como lixar sempre os mesmos...
1661 - DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LIÍS XIV
(Mazarino e Colbert - Google)
Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV.
Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro-ministro na França. Notável colecionador de arte e joias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris.
O diálogo:
- «Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
- Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a se endividar... Todos os Estados o fazem!
- Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?
- «Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
- Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a se endividar... Todos os Estados o fazem!
- Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?
- Mazarino: Criam-se outros.
- Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
- Mazarino: Sim, é impossível.
- Colbert: E então os ricos?
- Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
- Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
- Mazarino: Sim, é impossível.
- Colbert: E então os ricos?
- Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
-Colbert: Então como havemos de fazer?
- Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.»
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liçõesdepolitica
24 janeiro 2012
o que se faz no mundo com a razão e a desrazão
«O que se fazia no mundo com a voz da desrazão ia muito além do que se fazia por boa vontade e por justiça.»
BESSA-LUÍS,Agustina (2001). O Princípio da Incerteza, Jóia de Família.Lxª: Guimarães Editora (211)
BESSA-LUÍS,Agustina (2001). O Princípio da Incerteza, Jóia de Família.Lxª: Guimarães Editora (211)
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citações Bessa-Luís.A
23 janeiro 2012
22 janeiro 2012
excerto de "Lição sobre o poder", por B. Brecht
Se os tubarões fossem homens também haveria arte entre eles, naturalmente. Haveria belos quadros, representando os dentes dos tubarões em cores magníficas, e as suas goelas como jardins onde se brinca deliciosamente. Os teatros do fundo do mar mostrariam valorosos peixinhos a nadarem com entusiasmo rumo às gargantas dos tubarões.
E a música seria tão bela que, sob os seus acordes, todos os peixinhos, como orquestra afinada, a sonhar, embalados nos pensamentos mais sublimes, precipitar-se-iam nas goelas dos tubarões.
Também não faltaria uma religião, se os tubarões fossem homens. Ela ensinaria que a verdadeira vida dos peixinhos começa no paraíso, ou seja, na barriga dos tubarões.
Se os tubarões fossem homens também acabaria a ideia de que todos os peixinhos são iguais entre si. Alguns deles se tornariam funcionários e seriam colocados acima dos outros. Aqueles ligeiramente maiores até poderiam comer os menores. Isso seria agradável para os tubarões, pois eles, mais frequentemente, teriam bocados maiores para comer.
E os peixinhos maiores detentores de cargos, cuidariam da ordem interna entre os peixinhos, tornando-se professores, oficiais, polícias, construtores de gaiolas, etc. Em suma, se os tubarões fossem homens haveria uma civilização no mar.»
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lição sobre o poder B. Brecht
21 janeiro 2012
Vida e vistas do Porto de há 100 anos em filme
Recebi de um querido amigo (grata sou) e assim partilho.
«Alguém sabe o que era o Pathé-Baby? Não? Era um formato de filme de 9,5 mm. que, ao contrário dos outros formatos(8, 16, 35 ou 70 mm); não tinha os furos para arrasto no lado da película, mas no meio, entre cada duas imagens. Como resultado, o tamanho da imagem era quase igual ao do 16 mm, pois aproveitava toda a largura da película. Tinha a desvantagem de o gancho de arrasto facilmente sair do sítio e estragar a película. Para minimizar isso, alguns projetores tinham dois ganchos de arrasto, que "apanhavam" dois furos sucessivos. O formato estava relativamente vulgarizado, e até havia representantes da marca.
No Porto, era em Santa Catarina, não muito longe do Via Catarina, mas do lado oposto.
Encontrei no Youtube esta preciosidade. Filme do Porto e do Minho com cerca de 100 anos.»
e + ou - 100 anos depois, enquanto cidadã atenta e preocupada pergunto-me:
Cavaco Silva está senil ou imbecil?
Cavaco Silva está senil ou imbecil?
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Porto há 100 anos
20 janeiro 2012
dizem...
Dizem que dormimos menos à medida que envelhecemos!
Então, silogisticamente
(favor não verificar a correção do silogismo.;D) )
concluo:
- · Os velhos necessitam dormir menos
- · Estou a dormir quase o dobro
- · Logo... estou a rejuvenescer!
a questão que se coloca é: ONDE É QUE EU/ ESTE FENÓMENO VAI PARAR?
SOCORRRROOOOOOOOOOO
Últimas 3 fotos, do Google
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reflexão para rir
19 janeiro 2012
CIDADE - 2 poetrix
Cidade I
perigo
expostos golpes
ruínas.
Cidade II
Urbana
Urbanidade
Risco e liberdade
Conceição Paulino
S. Mamede de Infesta, segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
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poetrix
18 janeiro 2012
alguma alma caridosa e atenta me diz quantos PACKS mais além do Pack 4?
Soneto de José Régio escrito em 1969, no dia de uma reunião de antigos alunos.
Tão atual em 1969, como hoje...
E depois ainda dizem que a tradição não é o que era!!!
«Soneto quase inédito
Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.
Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,
Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.»
Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.
Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,
Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.»
JOSÉ RÉGIO
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Um País"PescadinhadeRaboNaBoca"
17 janeiro 2012
conheces? NÃO? não sabes o que perdes
Olimpo (bar café) do amigo Luís Beirão e outros
O nome refere-se ao Monte Olimpo, na mitologia grega, morada dos 12 deuses principais. |
Este "nosso" Olimpo
- Possui um primeiro andar (café),
- um patamar intermédio,
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Abre às 17:00. | |||||||||
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Divulgação; OLIMPO bar café do Luís Beirão
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