21 janeiro 2009
19 janeiro 2009
em teu macio olhar....
10 janeiro 2009
reposta a desafio e convite a oito bloggers

A Girassol teve a gentileza de me convidar para um desafio que consiste em de mim dizer
coisas tais como:
a) Escrever uma lista com 8 coisas com as quais sonhe;
b) Convidar 8 bloguistas a responder ao mesmo;
c) Comentar no blog de quem partiu o desafio;
d) Comentar no blog de quem desafiamos;
e) Mencionar as regras.
Oito sonhos (desejos adiados ou em curso) meus:
- que o amor sempre vença as "ervas daninhas" que, por vezes em meu humano coração começam a nascer:
- sejam quais forem as adversidades a força nunca me falhe e delas possa fazer degraus;
- que o AMOR possa ser um pleno em minha vida;
- que minhas filhas e neta, independentemente de minhas falhas, lembrem sempre que as amo. De forma incodicional;
- de forma consciente nunca fazer mal a qualquer forma de vida(fazemos sempre. Muitas vezes por ignorância e não intenção) ;
- Ter sempre o suficiente para viver...
- ...e uns extras vinham a calhar para viajar
- ser sempre capaz de ver a beleza nas pequenas coisas do dia a dia e nelas encontrar prazer, alegria e encantamento.
E AGORA, CUMPRINDO AS REGRAS, PASSO O TESTEMUNHO A:
02 janeiro 2009
fui desafiada e agora deixo-vos o desafio em aberto
procurar. tempo de encontrar. tempo de perder. tempo de florir. tempo de fechar. tempo de abrir. tempo de nascer. tempo de viver. tempo de dormir. tempo....tempo de morrer. tempo de nascer.......
tempos de luz solar que dedicamos às actividades necessárias e às que escolhemos ou...conseguimos.
tempos de escuridão ou de luz lunar em que cansados retornamos ao canto nosso.à toca onde o animal que somos se recompõe com o alimento. onde sossega e cada um constrói as permutas de amor e, por fim, dorme preparando-se para mais um dia de acção.
tempos divididos em: dias - com luz; e noites - onde a luz se ausenta e nos recolhemos temendo - atávicamente ainda - o que na escuridão se pode esconder - e desta sucessão de divisões que imprimimos aos espaços de luz penumbra e escuridão fizemos os dias. construímos a sucessão d
e semanas, de meses, que ao totalizarem 12 completam um ano.e, de ano em ano, as vidas escorrem deslizando em momentâneos fugazes momentos de pura alegria que nos permitimos. de cansaços e de tristezas de que não gostamos mas construímos e vivemos. incansavelmente os reconstruíndo.
e, desta forma repetitiva que nos dá segurança - criamos tradições para perpetuar os bons momentos sonhados (?) - mais uma vez o ano mudou.
há pouco o calendário - por nós feito - dizia: ano de 2008. agora marca já o dia 2 de janeiro do ano de 2009.
e se, há tempos, lancei o desafio de, com leveza de alma, fazermos acrósticos a partir da palavra NATAL - passem por lá que ainda hoje coloquei um novo da T.D - a Paula Raposo que participou entusiasticamente enviou-me um acróstico sobre o
REISSão chegados os Três Reis
à porta do lavrador
Se tem a mulher bonita
a filha é uma flor
Que cavalos são aqueles
que fazem sombra no Mar
São os três do Oriente
que a Jesus vão adorar
O menino chora, chora
porque anda descalcinho
Haja quem lhe dê as meias
que eu lhe dou os sapatinhos
Nossa Senhora lavava
e São José estendia
E o menino chorava
com o frio que fazia
Calai-vos meu menino
calai-vos meu amor
Isto são navalhinhas
que cortam sem dor
Saíram as três Marias
de noite pelo luar
Em busca do Deus menino
sem No poderem achar
Foram-No achar em Roma
vestidinho no altar
Com cálix d'oiro na mão
missa nova quer cantar
E dai-la esmola e... e dai-la esmola bem dada
Para quem, para quem vier pedir
que ela lhe, que ele lhe sirva de escada
Para quando, para quando ao céu subir
Letra e música: Popular (Redondo, Alentejo)
Cantado por Janita Salomé* e Cantadores do Redondo (in CD "Vozes do Sul: uma celebração do cante alentejano", Capella, 2000)
Ocidente
Mais o da
*
Alvorada
Nascente
Olhar aberto
*
Novos são os
Olhos com que te
Vejo. novos teus
Olhos fitando-me.
Onde quer que esteja.
Macia, sempre terna
*
Amante eterna de
Nome desconhecido.
Ouço-a nos sonhos.
*
Ouvir tão maviosa
Voz que alegra
Ouço num breve
Musical murmúrio
*
Alegre. em cintilantes
Notas trinadas.
Olho ao redor
*
Não vejo ninguém
Ou então a cegueira
Veio. Inesperada e
Obscura onda.
25 dezembro 2008
porto de abrigo

recordo a sua voz a dizer-me em tom de oráculo: toda a cisma gera sofisma.
Alva, era um ser iluminado. Decididamente tinha a capacidade de desvendar a alma do ser humano nos seus mais esconsos recantos e mistérios.
alma de grande bondade percebia, antes de qualquer outra pessoa, os ventos de mudança, quer fossem colectivos quer individuais. nunca usou em seu proveito esse poder ou dom. nunca utilizou qualquer parlogismo nas respostas que nos dava quando inquirida sobre alguns assuntos por mais melindrosos.
a vida segue o seu curso e no decurso desta muitas vezes nos afastamos geograficamente de pessoas significantes em nossas vidas. foi isso que aconteceu entre mim e Alva. e digo, entre mim e Alva porque fui eu quem partiu. ela continuou na velha mansão a cuidar de tudo e de todos.
a chegada da carta, escrita pelo seu punho, com a sua letra alongada, quase cuneiforme, deixou-me intrigado. várias vezes a virei e revirei antes de me decidir a abri-la.
anunciava-me o nosso reencontro, pois chegaria dentro de dia e meio.
se esta viagem era, por si, razão de surpresa dado Alva nunca ter saído da terra, da mansão e terrenos ao redor, o facto de me designar por patrono deixou-me estupefacto e curioso.
se justiça havia no mundo e alguém merecia essa designação era ela. não eu.
o que significaria tal inversão de papeis ao dar-me tal tratamento?
tentei manter-me imerso no trabalho pois o facto inédito da viagem e o título usado tornavam-se uma inquietação cada vez maior.
chegada, falámos de tempos vividos. deu-me notícias de nascimentos e falecimentos, de alterações ocorridas na terra durante a minha longa ausência.
sabia que de nada serviria questioná-la sobre os dois factos que tanta estranheza me causavam.
falaria quando chegasse o momento certo. o equilíbrio necessário estivesse reposto entre nós depois de tanto tempo.
falou e eu, estupefacto, nada fui capaz de dizer. viera anunciar-me as medidas a tomar dentro de poucos dias pois chegara a hora de partir. viajar para o outro lado do véu, disse.
as lágrimas afloraram meus olhos, a alma encolheu-se dentro de mim. voltei a ser o menino de quem sempre cuidara e perdido me senti.
estivesse onde estivesse, sabê-la viva na mansão, era a fonte de toda a minha energia e segurança. agora o meu eterno porto de abrigo movera-se para vir dizer-me que chegara a hora, que se ia….
depois me disse que eu era muito mais do que imaginava. não era um homem comum.
ao longo dos séculos sempre viera para jogar um papel importante no seio da humanidade. ela fora a minha guia nesta vida, mas os meus poderes eram superiores aos dela. eu era o patrono. ela a eterna seguidora, a discípula, mas estava honrada com a missão que tivera nesta encarnação.
chegara a hora. devia retornar à mansão e preparar-me antes da sua partida, pois havia muito trabalho a fazer. sabia-me pronto. só tinha que aclarar a visão interior e re-ligar-me ao meu eu superior de que a vida mundana me mantivera deliberadamente afastado até ao dia certo. e esse dia chegara.
19 dezembro 2008
Talvez um poema de Natal e desafio a todas/os
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talvez um poema de Natal
dizem:
- tens um ar cansado!
sim, tenho!
tenho um ar cansado.
cansados alma e ser.
a matéria que o corpo
constitui,
a imponderável invisível
e etérea substância –
pó das estrelas –
que a alma, espírito,
o SER, constitui.
a unidade que sou,
cansada.
cansada de des-amores
em todo o
tipo de relações entre os seres.
cansada a alma
exausto o corpo
frustrados tantos sonhos
logo repostos por sonhos outros
que a vida é movimento -
acção e reacção –
fé em si e nos outros…
em jeito de balanço,
bem ao alto, ergo
o cálice da água que nos
constitui e digo:
_ varram-se, para longe,
ilusórias, unilaterais
amizades.
cesse o pranto da alma
em que o corpo soçobra.
altivos e belos
se ergam os lírios do campo
e a majestosa
os céus corra,
simultâneos os seus quatro
ciclos.
quedem-se as vozes
no silêncio
e nele se reconstrua
um mundo sem logros
bem-vinda toda a diferença seja –
riqueza maior
da humana espécie -
e que
a intemporal mensagem
ao longo dos séculos
por tantos dita,
nos corações faça eco
e ninho. casa e CAMINHO.
“ama o “OUTRO” como a ti mesmo.”
sempre esquecemos:
- o “outro” somos nós!
..Nascimento da
..Àgua da vida
.“Tu”…eu, unidade em
..Amor e
..Liberdade.
II
Acontece. quando
Tu, que desconheço, morres a
Alma, nossa e única, se
Liberta e voa e um grito de dor
............................ [sempre ecoa]
. ‘Neste dia do ano
. Antes do nascer do sol
. Talvez as aves
. Amanheçam
. Livres em mim.’
Agora e sempre
Trago tua magia
Assente e certa
Leve suave brisa.
Alma, espírito solto em ondulações
Tu , Eu, em pura energia de
Amor para além do vácuo do espaço,
Liberto para o início de toda a criação
Alma pois perdida em mim anda
Tal etérea presença a ponto tal que
Assim me perco com a esperança
Lume leve que me consome.
Amar é ser-se nobre e constante
Tem a máxima diária!
Amizade e todo o amor é o
Abraços e forma uma palavra de
Trigo: todo o cante e toda a
Aurora é a voz do menino que se
Levanta.
Amor, que na vida
Tem herança
Alegria em muita dor
Longo choro de criança!...
18 dezembro 2008
Apresentação da reedição - por Edium Editores - dos livros ROMAGEM A CRETA e 27 POEMAS, de António Rebordão Navarro
Para visitares o site da Edium clica sobre o nome.
Em Janeiro de 2009 terá lugar a apresentação em Lisboa. Oportunamente divulgarei: dia [local - Campo Grande, 56] - e hora.
NOTA - fotos de minha autoria.
10 dezembro 2008
Convite - reedição do 1ºRomance de António Rebordão Navarro
António Augusto Rebordão e Cunha Navarro nasceu no Porto em 1 de Agosto de 1933. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi Delegado do Ministério Público em Vimioso e Amarante, Director da Biblioteca Pública Municipal do Porto e Director Editorial, tendo exercido a advocacia.
Secretariou e dirigiu a Revista Literária Bandarra, fundada por seu pai, o escritor Augusto Navarro.
Foi co-director e também co-autor de Notícias do Bloqueio e director-adjunto da revista literária Sol XXI.
Colaborou em diversas publicações e encontra-se representado em várias antologias.
Fez parte da direcção e foi Presidente da Assembleia-geral da Associação de Jornalistas e Homens das Letras do Porto e Vogal do Conselho Fiscal da Sociedade Portuguesa de Autores.
Alguns dos seus poemas estão traduzidos para castelhano, francês, checo, neerlandês e sueco. Em 2002 foi-lhe atribuído o “Prémio Seiva” (Literatura).
_________________
E aqui deixo o novo rosto de cada uma das obras:
(capa pelo pintor Vítor Ferreira)
(capa pelo amigo Filipe Ferreira)08 dezembro 2008
OS CAVALOS DO TEMPO

Os cavalos do tempo são de vento.
Têm músculos de vento,
nervos de vento, patas de vento, crinas de vento.
Perenemente em surda galopada,
passam brancos e puros
por estradas de sonho e esquecimento.
Os cavalos do tempo vão correndo.
Vêm correndo de origens insondáveis,
e a um abismo absoluto vão rumando.
Passam puros e brancos, livres, límpidos,
no indescontínuo imemorial esforço.
Ah! são o eterno atravessando o efémero:
levam sombras divinas sobre o dorso...
03 dezembro 2008
a FESTA do livro 22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS
Nestes 22 Olhares há bloggers de todo o país.
Daí a necessidade, mais, a vontade, de fazemos outra apresentação mais a Sul.
Muitas amigas/os co-autoras/es vieram fazer a festa no Porto, mas os seus amigos e familiares aguardam uma oportunidade de a fazer.
Dia 5, Dez, 19H30, estaremos na Livraria Barata (Av. Roma)
-" vem e traz outro(s) amigo(s) também..."
Será uma festa de liberdade - de expressão e afectos - de solidariedade e respeito - encontros e re-encontros de quem só se conhecia pela escrita e reconhece nas ideias e sentires - por tudo isto nos é tão necessária a tua presença, pois fazes parte deste largo e solidário colectivo em que navegamos.
29 novembro 2008
TEIAS DE AMIZADE
Ora aqui está uma bela designação: Teias de amizade!
Por norma respondo o a estes desafios, pois ajudam-nos a perceber melhor a pessoa que está do outro lado e que nos habituámos – por puro gosto - a ler.
A estas TEIAS DE AMIZADE fui desafiada pela Alice no seu MultiplyLand.
As regras são simples, como convém:
1 - Indicar o contacto que nos convidou;
2 - Publicar as regras no nosso Multiply;
3 - Escrever 6 pequenas frases que achamos de nós definem alguns aspectos. Gostos, interesses, etc;
4 –Passar o desafio a 6 contactos no final do post;
5 - Deixar uma mensagem no guestbook de cada um/a para que saiba da brincadeira e que foi desafiado/a;
6 - Avisar quem nos desafiou de haver aceite a brincadeira e assim tecer colectivamente, mais um pouco a Teia de Amizade.
E aqui deixo vos deixo seis coisas sobre mim
1 – Tenho um sonho. Um dia o mundo será de todos os animais - os humanos e os outros - em coabitação pacífica e tudo será de todos. Nem fome nem guerras, nem exploração. As portas das casas só existirão para protecção climática.
2 – Respeito cada um pelas qualidades humanas que comporta. Não porque é VIP, famoso, rico/a, ou pode ser um “degrau” para a fictícia escalada social que tantos e tantas almejam.
3 – Sou dura na frontalidade de dizer das coisas eticamente incorrectas ou que prejudicam terceiros. Tenho o mau hábito da frontalidade e defesa das verdades que conheço, mesmo que não me toquem directamente. Lembro sempre que “o outro sou eu”.
4 – Amo minhas filhas e netas com amor incondicional.
5 - Amo a vida e as coisas simples do dia a dia e nelas encontro momentos de alegria e energia que me renovam perante muitas asperezas com que todos nos defrontamos.
6 – Acredito que o corpo é um habitáculo que usamos transitoriamente, pois creio sermos partículas de um todo eterno, e que todos os seres – não só os humanos -são companheiros da aventura da vida.
ESTÁS DESAFIADA/O A VIR ENRIQUECER A NOSSA TEIA DE AMIZADE:
26 novembro 2008
2 textos no âmbito do 8º Jogo das 12 Palavras

havia algum tempo que estranhos pensamentos se infiltravam. primeiro no sono. os sonhos fugindo ao seu controlo. trazendo despojos de pensamentos que sempre rejeitara. mais tarde, ao longo do dia. com aleivosia. apanhando-o desprevenido. inquinando-o.
hoje acordara no silêncio da madrugada com uma sensação incomum. uma intensa comiseração tomara-o de assalto. vinham-lhe ao pensamento os sem-abrigo - com que sempre se cruzava no regresso ao confortável andar num condomínio de luxo. fechado castelo de senhor feudal – os trabalhadores por conta de outrem endividados...no banco expondo razões – tantas tão válidas afinal - pedindo-lhe possíveis renegociações comportáveis com os seus parcos rendimentos face ao desequilíbrio provocado pelo agravamento do custo de vida – e, contra o usual, um sentimento de dor tomava-o.
sempre detestara emoções que a mãe denominava de “humanas”. O rosto da nossa humanidade dizia ela: caridade; empatia; solidariedade; compaixão….sim, pensava de si para si. tudo isso é muito bonito desde que daí me advenham benefícios. lucros. vantagens sob alguma forma….
o misticismo da mãe bulia-lhe com o sistema nervoso. considerava-o fragilidade de espírito. nada mais. chamasse-lhe ela o que quisesse.
as longas histórias que, em criança, lhe contava de quando partira para a Índia em busca de desenvolvimento espiritual – a maior preciosidade de qualquer ser humano. de como encontrara um guru e como passado alguns meses partira para as montanhas - com a roupa do corpo, uma velha manta, um púcaro, um tacho e uns bocados de pão - e se isolara durante mais de um ano num eremitério que nada mais era do que uma pequena caverna em que nem de pé cabia…
falava-lhe da importância das mãos – instrumentos de trabalho e sobrevivência – de como elas urdiam roupa com plantas que colhia na montanha e assim se protegia de morrer congelada, de como ganhavam vida própria e com ervas e flores que colhiam amassavam unguentos com que massajava o dorido corpo. de como, com suavidade e gratidão, arrancavam pedaços de gelo ao sincelo que durante mais de meio ano emoldurava a entrada da caverna, quase a fechando por vezes e assim sempre tinha a vital e pura água - de oração e prece, de agradecimento, e ainda universais símbolos de paz e fraternidade.
e as histórias e conselhos da mãe, que antes ouvia como fantasias ou delírios de um espírito frágil, dominavam-no com uma realidade que nada do que sempre fora importante para ele detinha agora.
reuniu a direcção do banco e passou a presidência alegando razões pessoais - de vida ou morte.
pensaram-no atacado por doença mortal, mas ninguém ousou inquirir. sabia que assim seria. nunca lhes dera espaço para qualquer intimidade, por mais banal.
a ânsia de ver, de viver na infinitude branca e silenciosa de que a mãe lhe falara e de se encontrar ganhara finalmente a batalha.
no silêncio do entardecer o olhar enche-se de misticismo ao fitar a preciosidade que a água urdiu pendendo dos telhados e das árvores. sincelo feito luz e transparência. suave unguento envolvendo, transformando o mundo num imenso eremitério de calmaria e contemplação.a medo, não quebrasse a infinitude de brancura que tudo recobrira estendi os braços e, a mãos ambas, sem aleivosia nem comiseração, acariciei as formas pingentes, como quem abarca o mundo feito alimento-pao do espírito.
23 novembro 2008
e a festa do lançamento do "22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS"


21 novembro 2008
CONVITE - venham fazer a festa do "22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS" CONNOSCO

- Estefânia Estevens - cantora
- Francisco José Lampreia - poeta (diseur)
- Carlos Andrade, voz e viola
que darão mias cor, vida e alegria á festa. Traz outro amigo também...
18 novembro 2008
ACRÓSTICOS NO ÂMBITO DO 7º JOGO DAS 12 PALAVRAS - 2ª e última parte
esforço
Escuridão é falaz quebra de
Sintonia. capitulação da luz.
Fugaz quebra de harmonia
Obreira de bailarinos gestos de
Revolta, em galanteio à liberdade
Cama onde nasce o sentimento
Obreiro de nossa humanidade.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~" " ~~~~~~~~~~~~~~~~
Bebe-se o néctar da capitulação
Amargo gosto e gesto na
Imensidade da escuridão. des-harmonia da
Luz que num esforço falaz
Afoita-se a um galanteio-sintonia…
Risonha liberdade conquistada
Impoluto sentimento
Nascido nos seres no ignoto lugar da
Alma que o corpo anima.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~ " " ~~~~~~~~~~~~~~~~~~
luz bailarina
LIBERDADE sem CAPITULAÇÃO
Ultimo baluarte de HARMONIA
Zelosa SINTONIA, GALANTEIO.
Beleza de GESTO não FALAZ
Alimento do SENTIMENTO
Improvável sonho sem ESFORÇO
Lapidado em noite de luar
Alumiando a ESCURIDÃO
Recortando as figuras dos amantes
Interrogando a vida
No sonho vivido a dois
Até à almejada eternidade.









