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19 dezembro 2008

Talvez um poema de Natal e desafio a todas/os


talvez um poema de Natal



dizem:
- tens um ar cansado!

sim, tenho!
tenho um ar cansado.

cansados alma e ser.

a matéria que o corpo
constitui,
a imponderável invisível
e etérea substância –
pó das estrelas –
que a alma, espírito,
o SER, constitui.

a unidade que sou,
cansada.

cansada de des-amores
em todo o
tipo de relações entre os seres.

cansada a alma
exausto o corpo
frustrados tantos sonhos
logo repostos por sonhos outros
que a vida é movimento -
acção e reacção –
fé em si e nos outros…

em jeito de balanço,
bem ao alto, ergo
o cálice da água que nos
constitui e digo:


_ varram-se, para longe,
ilusórias, unilaterais
amizades.
cesse o pranto da alma
em que o corpo soçobra.
altivos e belos
se ergam os lírios do campo
e a majestosa
os céus corra,
simultâneos os seus quatro
ciclos.

quedem-se as vozes
no silêncio
e nele se reconstrua
um mundo sem logros
bem-vinda toda a diferença seja –
riqueza maior
da humana espécie -
e que
a intemporal mensagem
ao longo dos séculos
por tantos dita,
nos corações faça eco
e ninho. casa e CAMINHO.

“ama o “OUTRO” como a ti mesmo.”

sempre esquecemos:



- o “outro” somos nós!

_________________________

Aqui deixo um desafio a quem quiser entrar: fazer um acróstico com a palavra NATAL
Enviem para Tostimara@mail.com que o colocarei aqui.
Não esqueçam o nome e o link do vosso blog para o referir.
o meu contributo com 2 acrósticos:
I

..Nascimento da
..Àgua da vida
.Tu”…eu, unidade em
..Amor e
..Liberdade.

II

Nada morre. nunca tal
Acontece. quando
Tu, que desconheço, morres a
Alma, nossa e única, se
Liberta e voa e um grito de dor
............................ [sempre ecoa]
TMara
______________________________
III

.Neste dia do ano
. Antes do nascer do sol
. Talvez as aves
. Amanheçam
. Livres em mim.’
_________________________
IV
Numa longa espera
Agora e sempre
Trago tua magia
Assente e certa
Leve suave brisa.
_______________________________
V
Nome infinito
Apenas lido agora
Tu e eu veementes
Após o Inverno gelado
Lamento da neve...
_______________________________
VI
Neve cai. suave e
Alva sobre o mundo. em
Tudo reflecte a luz da
Alma. viajante
Luar no céu de nosso olhar.
_________________________________
VII
Nada no mundo existe a não ser
Alma, espírito solto em ondulações
Tu , Eu, em pura energia de
Amor para além do vácuo do espaço,
Liberto para o início de toda a criação
_____________________________
VIII
Nada se move tudo se aquieta na
Alvorada dourada e mansa
Todo o mundo se ilumina
Ao nascer o astro-rei
Luzeiro nos caminhos da vida.
__________________________________
Nada sei de assuntos de
Alma pois perdida em mim anda
Tal etérea presença a ponto tal que
Assim me perco com a esperança
Lume leve que me consome.
___________________________________
Nada é impossivel.
Amor é sustento intemporal.
Tudo resulta dum simples gesto.
Abre os braços à vida, e sê
Livre vontade em compaixão!
__________________________________
Nuvens, neblina, névoa
Ando sempre à deriva….eu sei…
Tropeço, mas não caio…
Abro a boca para falar….
Lentas, as palavras desistem de mim
___________________________________
Não existe só este dia
Amar é ser-se nobre e constante
Tem a máxima diária!
Amizade e todo o amor é o
Lema da vida e nos faz sorrir!
__________________________________
Nesta noite os
Amantes reencontram-se
Trazendo memórias de
Amor e
Luz
__________________________________
Nada tenho a dizer…
Apaixono-me….
Tenho momentos e poemas….
Andam sorrisos perdidos….
Laços, luzes, brilhantes.
__________________________________
Nutre a terra com teus
Abraços e forma uma palavra de
Trigo: todo o cante e toda a
Aurora é a voz do menino que se
Levanta.
__________________________________
Nem sempre o caminho se abre
Ao sonho bonito de um Pai Natal
Todo enfarruscado a descer da chaminé;
A mais das vezes é um homem de verdade
Ladrão de sonhos, de risos, de meninos sem fé!
__________________________________
Numa noite igual a tantas outras
Alguém especial nasceu!
Trouxe a bondade e esperança,
Alegria para todos os povos,
Luz para os homens de boa vontade
_________________________________
Não sermos tudo ou nada
Apenas existir.
Todos sem memórias nem antecipações,
Apenas ao presente sermos fiéis
Limitando-nos a ser Luz, Espírito
__________________________________
Nnoite escura em claro
Amor, que na vida
Tem herança
Alegria em muita dor
Longo choro de criança!...
_________________________________
outros natais
Nada soava naquele cenário de guerra
até mesmo o forte vento se calara
tudo em volta era razia e a terra
ao sentir-se por fim livre da metralha
latejava como se doce acordara
.
Num recanto mal coberto da poalha
a que o alvor da manhã já nos furtara
tiritando uma criança em alva palha
a sua mãe que entre o medo já sorri
lhe oferta o seio que a fome ansiara
.
No mais fundo do casebre descobri
as mãos presas 'inda à arma que matara
tão ferido no olhar jazente ali
a cobrir com seu corpo o filho e a mãe
lado a lado o pai que por eles lutara...
________________________________
Namoro com a vida
Amo o ar que respiro
Tudo ganhou sentido
Alimentei-me de sofrer
Lá, onde tudo é descabido